Serenzo
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Relatos

O que as famílias dizem sobre a Serenzo

Relatos de familiares e moradores sobre o cotidiano na casa, os programas e a relação com a equipe.

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O que dizem

Relatos de familiares

AC

Ana Carvalho

Filha de moradora — Florianópolis

"Minha mãe está na Serenzo há oito meses. Nos primeiros dias eu ligava quase todo dia para saber como ela estava, e a equipe sempre atendia com paciência. Com o tempo percebi que as cartas mensais resolviam boa parte das minhas preocupações. Ela adaptou mais rápido do que eu esperava — acho que o coral de terça-feira teve muito a ver com isso."

Junho de 2025

RM

Roberto Mendes

Filho de participante do Programa Dia — São José

"Meu pai ficou seis meses no Programa Dia. A nota semanal que chegava por e-mail foi o que me deu mais tranquilidade — não era um relatório clínico, era uma descrição de como ele tinha passado a semana. A única coisa que eu teria gostado era de um pouco mais de flexibilidade nos horários de chegada, mas entendo que a rotina é parte do que faz o programa funcionar."

Maio de 2025

FS

Fernanda Silveira

Neta de moradora — Palhoça

"A minha avó foi para a Serenzo depois que minha mãe ficou doente e não conseguia mais cuidar dela sozinha em casa. Foi uma decisão difícil. Mas o que mais me surpreendeu foi a visita antes de fechar: a equipe não tentou nos convencer de nada, só mostrou a casa e respondeu nossas perguntas. Isso deu segurança. Minha avó está bem, e eu visito toda semana."

Junho de 2025

PO

Paulo Oliveira

Filho de hóspede — Biguaçu

"Usamos o Quarto de Hóspede quando viajamos para o exterior em julho. Meu pai ficou quinze noites. O que me ajudou muito foi o registro de preferências que fizemos antes — o pessoal da Serenzo anotou que ele acorda cedo, que não gosta de café com açúcar, que prefere dormir com a janela entreaberta. Isso parece pequeno, mas fez diferença."

Julho de 2025

LR

Luciana Ramos

Filha de participante do Programa Dia — Florianópolis

"Minha mãe passou quatro meses no Programa Dia antes de ir para a moradia permanente. O que eu percebi é que ela foi gostando do lugar aos poucos — no início estranhava um pouco, depois começou a falar das outras pessoas e das atividades. A transição para a moradia foi suave porque ela já conhecia a casa e a equipe."

Maio de 2025

MF

Marcos Ferreira

Filho de moradora — Florianópolis

"O almoço familiar mensal que a Serenzo organiza é algo que eu não esperava quando a minha mãe foi morar lá. É um momento formal, dentro da casa, onde a gente almoça junto com ela e com outros moradores. Parece simples, mas tem um peso diferente de uma visita comum."

Junho de 2025

Histórias

Como as famílias chegaram à Serenzo

Caso — Programa Dia

O desafio

Dona Irene, 79 anos, morava com a filha que trabalhava em período integral. Passava os dias sozinha em casa, sem atividades, alimentando-se de forma irregular. A filha voltava preocupada todo dia.

O que aconteceu

A família conheceu o Programa Dia em março. Depois de uma visita à casa e uma conversa com a equipe, Dona Irene começou na semana seguinte. O registro de preferências foi feito em conjunto na primeira visita.

Após quatro meses

Refeições regulares, contato com outras pessoas, atividades semanais. A filha recebe a nota toda semana. "Eu deixo o trabalho sem a sensação de que deixei ela sozinha", relatou.

Caso — Quarto de Hóspede

O desafio

Seu Artur, 83 anos, morava com o filho. A família precisava viajar por duas semanas em julho e não tinha como deixar seu Artur sozinho ou com cuidador temporário sem estrutura.

O que aconteceu

A família entrou em contato em maio, verificou disponibilidade e preencheu o registro de preferências com antecedência. Seu Artur chegou uma semana antes da viagem para conhecer a casa.

Resultado

A estadia de quinze noites correu bem. O filho recebeu mensagens da equipe durante a viagem. "Meu pai jogou dominó com outros três moradores. Ele não fazia isso em casa", contou na volta.

Caso — Acomodação Permanente

O desafio

Dona Helena, 86 anos, vivia sozinha em apartamento próprio. Após uma queda sem consequências graves, a família decidiu buscar uma estrutura residencial. Não queriam cuidador dentro do apartamento nem clínica de cuidado intensivo.

O que aconteceu

A família visitou a Serenzo duas vezes antes de fechar qualquer coisa. Dona Helena veio na segunda visita. Em outubro, mudou-se para o Quarto Janela. O apartamento ainda não foi vendido — a família prefere aguardar a adaptação completa.

Seis meses depois

Dona Helena participa do grupo do jardim e do ateliê de terça. A família visita duas ou três vezes por semana e participa do almoço mensal. "A carta que chega todo mês é melhor do que qualquer telefonema", disse a filha.

Contato

Como falar com a Serenzo

Telefone

+55 48 3229-6714

Segunda a sexta, 08h–18h / Sábados, 09h–13h

E-mail

[email protected]

Respondemos em até 24 horas úteis

Endereço

Rua Bocaiúva, 2153 — Centro

Florianópolis — SC, 88015-530

Visitas à casa

Todos os dias, 09h às 20h

Incluindo fins de semana e feriados

Números

A Serenzo em números

7

anos de funcionamento

3

programas distintos

24h

equipe presente

4,7

nota média das famílias

Membro da ABRAZ — SC

Acesso a orientação especializada sobre demência e envelhecimento para famílias.

Cadastro municipal ativo

Secretaria Municipal de Assistência Social de Florianópolis.

Vigilância Sanitária em dia

Alvará renovado anualmente com inspeção das instalações e da cozinha.

Quer conhecer a Serenzo pessoalmente?

A casa recebe visitas todos os dias. Você pode vir sem compromisso, ver os quartos e conversar com a equipe. Muitas das famílias nos relatos acima começaram assim.

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